Estudo mostra que trabalhar em excesso é o mesmo que dirigir embriagado.

É perceptível que o nível de estresse e a alta demanda de trabalho nas empresas vêm fazendo com que muitos profissionais fiquem cansados, fatigados, sem uma boa produtividade e propensos a doenças como ansiedade e depressão.

Por mais que muitas empresas tenham mudado a forma de trabalhar e a cuidar mais de seus funcionários, ainda há muito a ser feito. O que geralmente ocorre é que os colaboradores não conseguem “fugir” dessa rotina desgastante e acabam sobrecarregados e desnorteados.

É necessário entender e tentar absorver que uma rotina de longas horas de trabalho, por dias seguidos não necessariamente indica que você está entregando um bom trabalho. Pelo contrário, ao trabalhar de forma excessiva e sem o descanso adequado, sua produtividade cai consideravelmente e os riscos de acidentes de trabalho crescem. Isso se dá pela falta de foco, cansaço e até mesmo dores físicas.

De acordo com as últimas estatísticas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), mais de 400 milhões de pessoas trabalham 49 ou mais horas por semana, uma proporção considerável do quase 1,8 bilhão de trabalhadores em todo o mundo.

Um estudo que analisou 13 anos de registros de trabalho nos Estados Unidos descobriu que “trabalhar em empregos com horas extras estava associado a uma taxa de risco de lesões 61% maior em comparação com trabalhos sem hora extra”.

Este estudo realizado não afirma com 100% de exatidão que o cansaço e o sono são as principais causas de acidentes no ambiente de trabalho, porém, se você pensar na seguinte hipótese: levantar às 8h e ficar acordado até 1h do dia seguinte (17 horas seguidas), seu desempenho físico provavelmente será pior do que se você tivesse uma concentração de 0,05% de álcool no organismo. Essa é a média que um homem de 73 kg teria se tivesse bebido duas latas de 355ml de cerveja. O que isso significa? você está “bêbado” de cansaço.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos analisou 13 anos de registros de trabalho e constatou que “trabalhar em empregos com horas extras estava associado a uma taxa de risco de lesões 61% maior em comparação com trabalhos sem hora extra”.
A análise não afirma que o cansaço é a principal causa do aumento de risco, mas existem indicações disso. Por exemplo, se você acordou às 8h e ficou de pé até 1h do dia seguinte (ou seja, ficou acordado por 17 horas seguidas), seu desempenho físico provavelmente será pior do que se você tivesse uma concentração de 0,05% de álcool no organismo. Essa é a média que um homem de 73 kg teria se tivesse bebido duas latas de 355ml de cerveja. É isso: você está “bêbado” de cansaço.

Infelizmente, não é apenas o período no trabalho que pode causar esse cansaço. Em diversas profissões, é frequente levar tarefas, e-mails e telefonemas para resolver em casa, tornando o tipo de profissional sempre disponível. Os dias de folga e os finais de semana são necessários para descansar, aproveitar a família e amigos e realizar hobbies. Ao deixar isso de lado, os níveis de estresse sobem como se você estivesse trabalhando em um escritório – ainda que esteja em casa. Em resumo: seu cérebro não pára e cansaço mental e físico só aumenta.

Qual a solução?
O jeito é impor limites. Isso parece difícil hoje em dia mas necessário. Na maioria das vezes, profissionais multitarefas acabam tendo diversas responsabilidades em uma empresa, e a importância de impor limites é um fator básico para se livrar um pouco do estresse e cansaço. Outra ideia é reservar os dias de lazer para realmente descansar e esfriar a cabeça. Lembre-se da palavra equilíbrio. Dê o seu melhor mas, lembre-se de se cuidar e valorizar a sua vida.

Fonte:
» Trabalhar em excesso é como dirigir bêbado

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